segunda-feira, 27 de outubro de 2008

O poder do verdadeiro amor


Faltam poucos dias para completarmos um ano de namoro. Lembro-me dos primórdios, quando parecia tão difícil ficarmos tanto tempo juntos, pois, todos duvidavam que fosse um relacionamento duradouro.

Quebramos os paradigmas que foram criados acerca do nosso relacionamento, e hoje, somos cada dia mais felizes.

Analisando a importância desses meses de namoro, descubro que vai muito além do tangível, a magia que está no ar e na terra, faz-me cada dia mais feliz, mais criativo, inspirado...

Papeando com um amigo via MSN:

Lucio diz: “Como o amor pode fazer bem?”
DuDu diz: “Simples. Sendo verdadeiro!”

Amor Verdadeiro! Aí está o segredo. Já foi dito que tudo que fazemos com amor, tem uma maior probabilidade de ser bem feito. Questiono-me então sobre a verdade. Que diabos é ela, hein?

Filosoficamente falando pode ser definida como um ponto de vista, pois, não se pode criar uma definição sobre o que ela realmente é.

Mas também “A definição de ‘Verdade’ é ‘o contrário de erro’. Verdade significa estar em harmonia com um fato. É correto. Verdade é ação, é quando a consciência humana concorda com o intelecto. A Verdade é ‘UMA’. Só pode haver uma verdade, Jo 17,17-23.”

Sem querer entrar nos embates sobre a real definição de verdade, gosto de Sócrates, ele diz que “o que é verdade para você pode não ser pra mim”.

Então abro o jornal e leio as primeiras noticias do dia, encontro tanta manipulação de informação, tantas falcatruas, tantos erros cometidos, etc. Tento entender o porquê, e chego à conclusão de que há falta de amor, de amor verdadeiro.

Gostar do que faz, ganhar dinheiro fazendo o que realmente gosta e ser reconhecido por isso, são privilégios de poucos. Mas há grande necessidade de fazermos as coisas bem feitas, pois, a mesma afeta a vida de outras, e um erro cometido, pode ser até fatal. Não digo apenas a morte do corpo...

No cenário nacional e internacional, estamos cansado de encontrar pseudo-profissionais, pessoas que não fazem seu trabalho com amor, e tornam o presente um horror.

Os artistas geralmente têm muito amor pelo que faz [minha definição de artista não fica restrita apenas aos que ‘fazem arte’. Todos que amam, e fazem as coisas com amor, são artistas, pelo menos para mim.] vamos trocar então, trocar nosso presidente por um artista, trocar os empresários por artistas, trocar seu chefe por um artista... Quem sabe assim as coisas melhorem.

Ainda bem que tenho muito amor pela minha namorada, e tudo que faço, faço com amor verdadeiro. Vai ver por isso que quebramos todos os paradigmas que foram criados e estamos construindo um futuro com bases sólidas, mas principalmente, com o verdadeiro amor.

O falso amor pode acabar como o caso da Eloá; com o dinheiro na cueca; ou simplesmente com a morte várias pessoas nos corredores dos hospitais que ficam a esperando de uma vaga. Incrível o poder do verdadeiro amor, não?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Parte um²


Poderia começar este post falando do amor, do ódio ou da chuva. Mas o amor fala por si só, o ódio fala por muitos e a chuva chora por poucos. Então sobre o que vou falar?

Aniversário! Acredito que seja um tema interessante, ainda mais quando é o nosso próprio aniversário.

Ontem (19/10) foi meu aniversário, completei duas décadas de vida. Uma data importante mais para os outros do que para mim [Faz-se necessário ressaltar que os ‘outros’ eram bem poucos, quase nada se comparar com todos ‘amigos’ que eu tenho, e que julgo se importarem comigo, afinal, eu me importo com eles, e os mesmos vivem falando que é recíproca essa ‘preocupação’]

Meu dia foi normal, pela manhã pratiquei Le Parkour, à tarde fui para o curso de fotografia, e depois para casa da minha inspiração.

Já comentei aqui que a família dela é super legal, me tratam muito bem, e ontem não fugiu a regra.

Foi um dia em ‘família’ legal.

Presentes?

Ganhei alguns, mas pra mim tanto faz, não sou ligado a essas coisas. Porém, teve um que chamou minha atenção. Uma amiga ligou pra mim falando que não estava com grana pra comprar presente, mas que gostaria de me dar algo. Falei que não precisava porque não sou ligado a essas coisas materiais e tal, ela insistiu e me trouxe um presente. Era um pedaço de papel escrito: Amigo, eu te amo!

Confesso que ainda estou refletindo sobre a importância daquele pedaço de papel. Acredito que, por mais caro que fossem os presentes que eu recebesse, não teriam mais valor do que o pedaço de papel, pois ela me conhece bem, sabe o que as coisas simples que valorizo e tenho tudo que preciso.

Aí, numa rápida reflexão sobre as pessoas que julgam serem meus amigos, questionei-me, quais dos mesmos realmente são amigos?

No MSN tenho uns 560 ‘amigos’, que contam seus segredos, problemas, etc. [esse numero inclui todos meus amigos] de todos eles, apenas seis lembraram que eu estava fazendo aniversário. Onde fica toda amizade, amor, e o diabo a quatro que é dinamizada a todo o momento pelos mesmos? Qual a verdadeira importância que tenho na vida deles?

Percebi que tenho muitos amigos que só são ‘amigos’ quando precisam de mim, deve ser porque acostumo as pessoas a esperarem tudo de mim. Esses ‘amigos’ gostam dos meus conselhos, me acham inteligente, criativo e sábio, praticamente um guru que é usado apenas quando necessário.

Não consegui chegar a uma conclusão concreta sobre o que realmente aconteceu. Pensei que eles poderiam não ter lembrado porque não tinham grana pra comprar presente e/ou realmente não lembraram porque...

Algum dia vou descobrir, só me chatearia muito descobrir que não fui lembrado porque as pessoas acham que dou essa importância para coisas materiais... Ah, se todos soubessem o quando valorizo pedaços de papel.


Sem Mais!


P.S.: Agradecimento especial para Karina Maria, João Parkour, Juliano Duarte, João Pump, Estella Ferrari, Minha família e a família da Karina. Valeu pelos presentes intangíveis que guardarei pra sempre em meu coração.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Comentários Acerca do Passado

Tenho certa ligação [In]direta com o passado. Era quase 12:00 horas quando despertei-me de um sono profundo, que começara à 4 horas antes. O sol brilhava forte, o calor era imenso, a música leve... parecia até o canto dos anjos – Já ouvi os anjos cantarem. Essa história está guardada no coração da minha inspiração – que possuíam uma harmonia revigoradora. Assim que acordei, lembrei-me de fragmentos do meu passado.

Sabe, há coisas que não podemos escolher quando serão ditas, simplesmente necessitam ser ditas imediatamente. Pedir um remédio quando está muito mal, declarar os sentimentos por alguém, por exemplo, são coisas que não tem como adiar, pois, pode ficar muito tarde, e você pode ter complicações extremas nos dois casos: morte do corpo e morte da alma.

Preferi deixar o tempo passar, antes de avisá-la que carregava em meu peito um sentimento maior meu coração, afinal, não tinha muito conhecimento sobre esse sentimento, e tinha certo medo das conseqüências que poderia acarretar uma má interpretação do mesmo. Faz tão pouco tempo que estamos juntos, nos conhecendo, como posso sentir-me assim? Era a frase que mais repetia.

Achei que não fazia sentido, toda música que escutava lembrava-me ela, seu nome não saia da minha cabeça, aquele corpo, seu... Beijo. Minha imaginação que já é fértil ficou ainda mais depois que a conheci. Era a única forma que tinha de tê-la a todo o momento ao meu lado.

Ao mesmo tempo em que um universo de duvidas e sentimentos percorria meu corpo, minha alma já sabia que eu havia conhecido a mulher da minha vida, a garota a qual eu dedicaria tudo para fazê-la feliz.

Mas o que ela pensava sobre isso? Acho que não seria uma surpresa quando eu resolvesse contar, afinal, sou meio desastrado e dou muito bandeira, vai ver ela já tinha até percebido, e esperava, impacientemente, minha declaração. Ou não, poderia ela, ficar assustada com meus sentimentos, alguém que entrara a pouco na sua vida já estar assim tão apaixonado. A dúvida pairava em minha mente, o que fazer, então?

Outro dia conto como fiz, mas há quase um ano atrás (01/11/2007), começamos a namorar. Hoje somos extremamente felizes, pois não havia como esconder os sentimentos que sentia. O destino, ah, o destino... Comecei a acreditar no bendito.

Em breve completaremos um ano de namoro. O sentimento de dúvida/medo que senti no começo do texto? Então, estou sentindo-o novamente, de uma forma recauchutada, uma vez que necessitamos evoluir sempre. Evoluir? Usem a imaginação! Até breve. [Sorriso Apaixonado]

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Mais um daqueles posts que ninguém vai entender ²




(...)
- Mas é apenas uma parte!
- Sim!
- E por que não tirou de corpo inteiro?
- Só vou conseguir entender os fragmentos dela, com o tempo...
- Você é estranho.
- Posso até ser, mas sou feliz!
(...)